Hospedagem temporária virou caso de polícia em Miami

José JustoFrontdesk

O governo local distribuiu multas de forma generalizada para proprietários de casas, sites de reservas e agentes. Foram mais de um milhão e meio de dólares em multas por alugar casas por períodos curtos. Segundo a AFP, em agosto deste ano a polícia foi chamada, desalojou mais de trinta hóspedes e multou as famílias proprietárias dos imóveis.

Pelas leis do condado, aluguel de imóvel não pode ser menor que meio ano e o prefeito da idade é taxativo, direto e claro: “quem aluga assim, é sonegador de impostos e será tratado como tal” As multas começam em vinte mil dólares para o proprietário do imóvel e vai até 80 mil para quem anuncia.

Os investidores em imóveis para aluguel por temporada tinham achado uma “mina de ouro” em Miami Beach e agora, tudo isso tornou-se inviável e os investidores estão com o “mico” na mão. Os hoteleiros ganharam este round da disputa com sites que anunciam vagas, quartos e apartamentos ou casas por valores muito mais em conta, por estarem livres da carga tributária que incide normalmente sobre a hotelaria e seus serviços.

Como no Brasil é frequente e até aplaudível copiar as táticas do Tio Sam, se a moda pega…
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Fim-de-ano: repetir destino

Para aonde vão os turistas tupiniquins?, pergunta José Justo.(Frontdesk)
Que ele mesmo responde: “Praias, Oktoberfest e Natal-Luz são os objetos de desejo dos turistas nacionais no último trimestre do ano de 2016, como vem acontecendo nos últimos anos.
E esclarece:
Pesquisa do Ministério do Turismo de agosto nas 7 principais cidades emissoras de turistas do Brasil, mostrou alguns dados interessantes:

São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre são responsáveis por mais de 70% do turismo gerado pelo Brasil. 79% dos entrevistados pretendem viajar dentro do país este ano, 41% destes vai ao Nordeste e 27% vai para o Sul. As praias são o alvo dos que vão para o Nordeste, a Oktoberfest de Blumenau e o Natal Luz de Gramado, são os dois objetos de desejo dos turistas que pretendem imitar as aves migratórias, rumando para o Sul.

Metade dos turistas está fazendo reservas para se hospedar em meios de hospedagem regular – hotéis e pousadas – e pouco mais de 10% estará se hospedando em habitações que recebem reservas pelos sites de aluguel por temporada – AIRBNB na liderança. As viagens e as hospedagens são compradas em sua maioria, pela internet, sem intermediação. Os deslocamentos são feitas por avião e pagos através de cartão de crédito.

Brasília, São Paulo e Rio são os maiores emissores, com mais de 50% deste contingente, por isso esta bipolarização entre o nordeste e o sul como destinos. Esta preferência dos turistas (viajantes ocasionais em trajetos de ida e volta com a finalidade de lazer e recreação), não é a mesma dos que viajam para participar de eventos técnicos, profissionais, comerciais e em missão de trabalho.

Este turismo de lazer, férias e recreação, representa pouco mais de 4% da ocupação dos hotéis e dos assentos dos aviões. O aumento da preferência para viagens dentro do país é reflexo da disparidade cambial, que encareceu as viagens internacionais.
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Ocupação hoteleira gaúcha encolhe no inverno

O In-PACT pesquisou 32 hotéis e entrevistou 80 hóspedes, em 12 cidades de todas as regiões do Rio Grande do Sul.
No mês de julho de 2016, a canoa da hotelaria gaúcha não virou por detalhe. Comparando os meses de julho de 2015 e 2016, houve retração nas taxas de ocupação de 2% em média, nos tradicionais destinos de inverno, como Bento Gonçalves, Canela e Gramado. Nas cidades de negócio, como Caxias do Sul, Porto Alegre e Passo Fundo, a ocupação foi a esperada pela hotelaria, por ser um mês tradicionalmente de menor movimento, porém com alguns detalhes que chamaram a atenção. Nos hotéis do centro histórico de Porto Alegre, a queda foi vertiginosa (mais de 15%). A surpresa ficou por conta dos hotéis situados no bairro Moinhos de Vento, tradicional reduto das bandeiras nacionais e internacionais, onde a ocupação cresceu em média 3,5%.
Em todo o estado, as diárias médias recuaram 7% na mesma relação. A Costa Leste Gaúcha, onde o forte são as praias no verão, no contra-fluxo da tendência, houve boa movimentação, com variação para cima de 15%, em função de duas vertentes geradoras de algum movimento neste período: eventos e público idoso.
Uma das “descobertas” que sugere um alerta, foi o crescimento de reclamações sobre a qualidade dos pequenos hotéis, principalmente nas cidades que recebem grandes contingentes de turistas em férias.
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Centro histórico perde 10% de quartos de hotéis

Jose Justo

40 quartos de hotel da capital gaúcha desapareceram no primeiro semestre de 2016.
Os primeiros 150 dias do ano de 2016 encerraram-se dia 31 de maio, com o desaparecimento de 540 quartos da hotelaria do centro histórico de Porto Alegre. Isso representou 100 postos de trabalho a menos e alguns escombros na paisagem a mais.
O Centro histórico de Porto Alegre, na definição do Arquiteto Lucas Volpatto, “é na realidade é uma língua que lambe o Guaíba, adentrando suas águas, criando toda uma ambientação de muita beleza, valor histórico e monumentos que valorizam a cultura”.
Até janeiro de 2016 a hotelaria do Centro Histórico de Porto Alegre ostentava 42 endereços e mais de 5000 quartos. Mesmo que uma boa parte deles seja formada de edifícios muito velhos, desatualizados e de difícil atualização, estes quartos eram agentes econômicos, geravam renda, empregos e tributos preciosos para os governos.
O Frontdesk perguntou para 7 e ouviu 5 protagonistas do centro histórico para saber o que fazer com os escombros que ficaram, o que fazer para salvar os hotéis que resistem e como estão pensando os empresários que gerem estes empreendimentos.

A conclusão: “é preciso vender mais, trabalhar mais e gastar menos”.

Algumas opiniões captadas:

“A Hotelaria deve deixar de ser um negócio emocional para virar um negócio de resultado. Isso significa rever posturas empresariais, unir esforços para normatização do setor (redução/readequação de impostos x geração de receita) e principalmente buscar negócios. Posturas empresariais: existe uma diferença entre hoteleiro, dono de hotel e empresário. Hoteleiro são aqueles que têm em seu meio de hospedagem sua principal fonte de renda, aquele que vivencia e gerencia seu Meio de Hospedagem. Dono de Hotel é aquele que contrata um gerente profissional, se mete na operação e ferra com a cultura organizacional de sua própria empresa. Geralmente são herdeiros de um negócio que já foi muito rentável e que gerava muito status social. Empresário é aquele que vê o hotel como fonte de negócios. Ele tem foco em resultado, mantem sua equipe motivada, dissemina sua cultura organizacional e entende que seu negócio está diretamente relacionado à gestão COM pessoas (equipe, hóspedes e fornecedores).”

“A fórmula do fracasso: Funcionários mal remunerados, equipamentos mal cuidados e falta de gestão.”

“A hotelaria de Porto Alegre não está totalmente alijada do mercado, pois, nos bairros nobres a ocupação está aceitável”.

“O mercado está selecionando de forma Darwiniana”,

“A hotelaria está passando por uma faxina”

“Estará sobrando gente treinada? Isso pode significar uma requalificação nos que permanecerem abertos, pois, aproveitar esta turma disponível pode ser uma atitude inteligente”

“É o momento de haver uma troca de bandeiras, pois, alguns edifícios são aproveitáveis, bastando trocar a gestão de forma que eles se adéquem aos novos paradigmas de mercado e atendam a um novo público, formado pelos que querem outras facilidades, desde pagar menos, até ter mais acessibilidade, passando por melhorias no atendimento e na agilidade dos que trabalham na linha de frente”.

“Vamos recuperar uma demanda de 2004: pedir ao prefeito para permitir e nós faremos um centro de eventos de classe mundial onde está hoje a rodoviária e a reinstalaremos no prédio que era da antiga Zamprogna, ao lado da estação Anchieta do Trensurb, colada no Salgado Filho”.

“Não é apenas uma crise econômica, ou de superoferta, é uma crise da sucessão familiar”.

“Tínhamos “monarquias decadentes” que nada fizeram, nos últimos anos para preservar clientes e por outro lado um bando de “emergentes” na hotelaria que pensavam que tudo era muito fácil.”

“2000 quartos vão entrar no mercado em dois anos e isso exigirá 20% de crescimento do número de hospedes. O problema é convencer os investidores desta perversa fórmula.”

“Como sempre as mudanças são inevitáveis, é como dançar conforme a música e se adaptar com o ambiente e as pessoas. A economia mudou e nós obviamente temos que nos adaptar com o processo e buscar mais clientes com preços menores e consequentemente trabalhar mais e gastar menos.”

ACCOR E SULGÁS em reunião com Hotelaria amanhã

Agende:

WORKSHOP e Reunião Almoço da ABIH RS
Local: Novotel Tres Figueiras – Rua
Soledade, 515 – Travessa da Av. Carlos Gomes – Porto Alegre
Horário: a partir das 11 horas.
Reservas: pelo telefone 51 3227,4603

A associação dos hoteleiros do estado realizará duas palestras antes da sua tradicional reunião-almoço da última quinta-feira de cada mês:
a primeira versando sobre Eficiência Energética com os auspícios da distribuidora estatal de gás natural e
a segunda com o Diretor de Desenvolvimento da ACCOR, Eduardo Camargo.

SULGÁS
A empresa estatal, uma associação entre a Petrobras e o Estado, está no mercado há quase vinte anos e tem folha de serviços interessante
e um produto altamente promissor quando o assunto é sustentabilidade ambiental e economia de dinheiro.
Guilherme Garcez Cabral é engenheiro, responsável técnico pelo mercado da empresa e mostrará as diferenças de valores e as facilidades operacionais para o uso do gás natural na hotelaria e em condomínios.

ACCOR
A francesa é a mais exuberante marca hoteleira instalada no país, com suas bandeiras abrangendo desde o padrão super econômico ao super luxo..
Sua posição no ranking nacional faz dela “marca predominante por representar, sozinha, aglomerado maior que as cinco maiores depois dela. “Para
onde a ACCOR aponta sua proa, todos viram as suas velas e a seguem”, em uma definição lógica, nas palavras do consultor português Luis Coelho.
Eduardo Camargo, Diretor de Desenvolvimento Brasil, apresentará o horizonte da empresa para os próximos anos no Brasil, dentro do cenário que se apresenta, pensando no pós crise e na premissa que hotel é investimento de longo prazo.
Segundo José
Reinaldo Ritter, presidente da ABIH RS, a apresentação do Eduardo Camargo é imperdível por ser a sinalização da ACCOR que, por sua predominância, direciona o mercado”.
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Gramado é a 3ª cidade que mais recebe turistas

Rio Quente é a cidade com o maior impacto de visitantes em relação ao número de habitantes,
sendo superior em 304 vezes (por Gustavo Henrique Braga).

Alguns dos municípios mais procurados por turistas no Brasil, em 2015, receberam visitantes dezenas de vezes superior ao número de moradores. A conclusão é de um estudo feito pela Geofusion, empresa especializada em inteligência geográfica. O impacto dos visitantes é ainda maior nas cidades pequenas, como Rio Quente (GO) que recebeu uma quantidade de turistas 304 vezes superior aos quase 4 mil habitantes. Segundo o levantamento, em 65 cidades brasileiras a
quantidade de visitantes ultrapassa em mais de 10 vezes a de moradores.

Em segundo lugar na lista aparece Fernando de Noronha, em Pernambuco. A ilha recebeu 209,8 mil
turistas em 2015, número 73 vezes maior que os quase 3 mil habitantes locais. Na
sequência está Gramado (RS), com quase 1,5 milhão de turistas ou 44 vezes a
população local de 34 mil moradores. Para essas cidades, o turismo é o principal vetor da economia local com oportunidades de negócios em diversos setores, como alimentação, hospedagem, transporte e comércio.

“Esses números comprovam a importância dos investimentos para a melhoria de infraestrutura desses lugares. Dessa forma é possível garantir serviços públicos de qualidade que suportem as necessidades dos visitantes sem prejudicar o meio ambiente nem a qualidade de vida dos moradores dos municípios ou a experiência do turista”, avalia o ministro do Turismo interino, Alberto Alves

Por isso, apenas em Rio Quente, o Ministério do Turismo investiu cerca de R$ 2,6 milhões em obras de
infraestrutura turística que já estão concluídas. Entre elas estão construção e pavimentação de calçadas, além de iluminação e sinalização específica voltada aos visitantes. Em Fernando de Noronha o investimento é ainda maior: R$ 3,9 milhões em obras de infraestrutura que já foram concluídas.

Já em Gramado foram aproximadamente R$ 4,5 milhões em recursos do MTur para infraestrutura turística
de obras já concluídas e outros R$ 20,9 milhões em obras em andamento no município gaúcho. Entre as principais obras estão a revitalização da Avenida Borges de Medeiros e a implantação de projeto de infraestrutura no Parque dos Pinheiros.

Fonte: Geofusion
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Eles vão chegar

Precisamos desenvolver fórmulas, protocolos e códigos de comunicação com eles para que essas visitas de aproximação não se tornem uma tragédia.
Algum desavisado poderia imaginar que estamos falando de turismo, mas não é. Estamos nos referindo ao Iº Encontro Ufológico de Nova Petrópolis, que será realizado no dia 30 de abril, na ACINP.
Saiba mais, inscreva-se e prepare-se, clicando AQUI

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Caiu em 2015, e deve cair em 2016

O movimento da hotelaria gerado pelos participantes dos eventos, que chega a representar mais de 25% do total de
hospedagens em alguns destinos, sofreu retração em 2015 e tem perspectivas de queda em 2016.
O Frontdesk consultou PGDs (Programas Geradores de Demanda) dos dez destinos que mais realizam eventos no Brasil e detectou um cenário
retrativo nas capitais e uma onda de crescimento no interior.

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Eventos que vão movimentar empresariado turístico

Reunião-Almoço da ABIH, Feira da UGART e Festival de Balonismo dão início ao ciclo de eventos pós-temporada de
verão – período em que tudo anda mais devagar no estado.
ABIH RS
No próximo dia 31 de março, no Ritter Hotel de Porto Alegre, a Associação dos Hoteleiros do RS apresentará seu calendário de 2016 e seu plano de ação para o biênio 2016/2017. A Reunião-Almoço da ABIH/RS é um tradicional encontro mensal de integração da hotelaria com seus fornecedores e parceiros de empresariado turístico, que é realizada na última quinta-feira. de cada mês.
SaibaSaiba mais.

UGART
Nos dias 13 e 14 de abril, no Centro de Eventos do Plaza São Rafael, será realizado o 31º Salão de Negócios Turísticos UGART/BRAZTOA, mostra de destinos organizada pela União Gaúcha dos Operadores e Representantes de Turismo do Rio Grande do Sul.
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TORRES
De 20 a 24 de abril terá festa colorida nos céus de Torres, na costa leste gaúcha, período em que será realizada 28ª edição do festival de balonismo. O evento será o fechamento da temporada de verão e movimentará a hotelaria e a gastronomia da cidade, com vários eventos integrados aos voos dos balões.
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Gramado dirá “o que deixa você feliz”.

A Região das Hortênsias na Serra Gaucha, ao longo da qual estão as cidades de Gramado e Canela, pode ser chamada
de Cluster da Felicidade, pois, vive e prospera em cima de um produto que já foidefinido como
“a máquina, ferramenta ou ciência de produzir felicidade”, que é o turismo.
Já tem até a Universidade da Felicidade e uma série de produtos associados a sorriso e prazer,
como neve, chocolate, música, cinema e vinho. E no próximo dia vinte de março, domingo, a praça será “só sorrisos” para
responder uma pergunta que não quer calar: “o que deixa você feliz?”

Agende:
Data:
20/03 das 10h às 17h
Promoção: Jornal Nosso Bem Estar
Hortênsias
Local: Em
Gramado, na Praça Major Nicoletti, ao lado da Rua Coberta.

Felicidade tem medida?

Em 2012, a Organização das Nações Unidas – ONU –definiu a data de 20 de março para o
Dia Internacional Da Felicidade, como é conhecido internacionalmente, que tem o objetivo
de comemorar a data através da reunião de pessoas e nações para meditarem sobre este tema e
refletir qual sua contribuição para a PAZ.
A proposta veio do Butão, um pequeno país do Himalaia que adotou como índice de desenvolvimento a Felicidade
Interna Bruta (FIB), focada no Bem Estar da população, enquanto o resto do mundo usa como parâmetro o Produto Interno Bruno
(PIB), cujo foco está no desempenho da Economia.

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