Grêmio vai carregar o Laghetto nas costas até dezembro de 201

 
Na manhã de hoje, em Porto Alegre, a rede Laghetto firmou parceria com o Grêmio Foot Ball Porto Alegrense para ostentar sua marca nas camisas do time principal, a partir de agosto deste ano até dezembro de 2019. Alem disso, a marca Laghetto estará exposta no centro de treinamento, nos canais eletrônicos e nos impressos. A partir de 2018, a marca estará em todas as camisas do Grêmio vendidas pela Umbro, seu patrocinador de camisas.
Segundo o Executivo do Grêmio, Beto Carvalho, 8 milhões de fãs gremistas poderão adquirir camisas com a nova marca. Segundo o Diretor Executivo da Laghetto,  Diego Cáceres, “os gremistas tambem poderão ganhar 15% de desconto em todas as unidades da rede hoteleira, nas cidades de Gramado, Canela, Bento Gonçalves, Porto Alegre e Rio de Janeiro“. 
O time e a comissão técnica do clube vão se hospedar nos hotéis da marca em Porto Alegre nas datas de jogos na Arena e, nas pré-temporadas, em hoteis da rede onde seja mais propício. No Hotel Laghetto Viverone Moinhos da capital, o clube utilizará tambem as salas de eventos durante as concentrações. Plínio Ghisleni, Presidente da rede estava emocionado: não por coincidência, a partir de hoje o Grêmio vai passar um bom tempo na Sala Lupicínio Rodrigues, uma homenagem dos hoteleiros ao autor do hino gremista, que diz ‘com o Grêmio, onde o Grêmio estiver’. Em todos os sentidos, acreditamos que o Grêmio está em boa companhia
As marcas Laghetto estão de olho no quadro de associados do Grêmio, cujos sócios poderão se hospedar bem perto dos seus ídolos. As gerências comerciais já estão se movimentando para criar facilidades e promoções para a torcida, como transfers, ingressos e passeios na cidade, agregados ao ato de torcer. Hotelaria e esportes podem representar boas oportunidades de negócios para destinos que queiram investir na recepção de visitantes.
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Antes tarde, do que nunca

Há muitos anos fiz comentário sugerindo que uma das maneiras de se estimular o desenvolvimento do turismo no Rio Grande do Sul seria o Banrisul abrir linha de crédito para financiamento de roteiros gaúchos a serem disponibilizados para viajantes de outros estados.
Imobilismo total: ninguém se manifestou, nem por parte do Banrisul nem por parte da Secretaria de Turismo, e muito menos de parte das operadoras locais de turismo receptivo.
“Eis senão quando”, o ministério do Turismo informa que “o viajante passou a ter linha especial na Caixa Econômica Federal, com financiamento em até 48 meses (cobre despesas com meios de hospedagem, companhias aéreas, restaurantes, agências de viagens, locadoras de automóveis e parques temáticos).
Na mesma linha da Caixa, crédito do Banco do Brasil permite parcelar a compra de roteiros de viagem, passagens aéreas e hospedagem.
Carolina Valadares, da ASCOM (Assessoria de Comunicação do Mintur) informa por outro lado, que o câmbio favorável tem estimulado também iniciativas internacionais, e cita o caso de uma grande transportadora aérea que lançou cupons (de US$ 299 ou US$ 399) específicos para os americanos viajarem pelo Brasil por períodos de 10 dias ou 21 dias, escolhendo entre mais de 100 cidades.
Menos mal que existe alguém inteligente na promoção do turismo no Brasil.

Diária hoteleira a R$ 25

Por José Justo (Frontdesk).

Em Porto Alegre o movimento dos hotéis é
predominantemente de “turistas de gravata”, sinalizando que os hóspedes estão em
atividades de negócios e eventos.
Esta característica cria o fenômeno da
desertificação do final de semana.
Esporte, lazer, cultura, turismo e concursos
são os segmentos responsáveis pelo preenchimento da ociosidade semanal, porém,
não o suficiente para mover de forma economicamenre ativa os mais de dez mil
quartos de hotel da cidade.
Grupo de empreendedores quer um futuro diferente para Porto Alegre: a
recém criada associação de hostels da cidade promove a sua primeira ação em
busca de mais clientes entre seu público original: os mochileiros, muitos
jovens e alguns nem tanto que viajam e aceitam dormir em ambientes
acolhedores e de alto astral, ainda que modestos.
No próximo domingo, dia 28 de junho e também na
segunda-feira dia 29, os Hostels praticarão tarifa única de R$ 25,00 (vinte e
cinco reais) para hospedagem em quartos coletivos, preço que inclui roupa de cama e
café da manhã.
Leia mais.

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Evento cultural promove destinos

Publiquei ontem que, de alguma forma, o Rio Grande do Sul vive na contramão da atividade turística nacional, pois tem base promocional (imagem e marca), porém tem “vergonha” de implantar os alicerces. Ou pior, sabe o que fazer, mas tem “vergonha” de fazer o óbvio.
E dei como exemplo, o acampamento farroupilha em Porto Alegre que poderia se tornar um parque temático.
O desfile farroupilha tem tudo para se tornar uma das maiores manifestações cultural-tradicionalista do país, divulgando melhor a vestimenta típica.
No âmbito cultural, tínhamos (temos) o Rodeio Crioulo Internacional, a Enart, e o Festival da Canção, entre muitos outras manifestações culturais que não sabemos aproveitar no cenário macro do turismo.
A cultura brasileira é hoje um dos grandes atrativos dos turistas que viajam pelo país.(1)
Senti-me apoiado na análise que fiz sobre o descompasso que apontei nas iniciativas e promoção do turismo do Rio Grande do Sul, pois para o ministério do Turismo já é comum encontrar-se turistas interessados na cultura: festivais, manifestações religiosas típicas, eventos gastronômicos, produção artesanal, tradicionalismo, folclore.
Enquanto aqui acham deselegante meu texto, o ministério ressalta que a cultura se tornou uma força para os municípios brasileiros, podendo viabilizar suas iniciativas como produto competitivo.
A manifestação emitida pelo ministério do Turismo, através de Carolina Valadares, é apoiada por números, tais como 2,87 milhões de turistas brasileiros e 663 mil turistas estrangeiros que se movimentam pelo Brasil buscando manifestações culturais. E de acordo com o Fórum Econômico Mundial, o Brasil é o 8° pais no mundo em recursos culturais, em um universo pesquisado de 141 países.
E parece que o Rio Grande do Sul não sabe sequer trabalhar sua cultura junto ao ministério, pois na matéria distribuída, os eventos citados são:
Festival de Dança de Joinville;
Feira Literária de Parati – Flip;
Feira Literária de Goiás;
Literatura de Cordel de Pernambuco;
Festival de Parintins.
O ministério do Turismo promove ainda o Festival do Chocolate que será realizado em Ilhéus, entre 11 e 14 de junho. (Em contraponto, poderíamos ter um Festival do Churrasco – além da Fenadoce e da Chocofest na microrregião das Hortênsias).
É, algo não está funcionando.

(1) – Afirmativa do Ministério do Turismo, através de Carolina Valadares – ASCOM – Assessoria de
Comunicação.

Turismo está com números inéditos

No ano passado, o turismo brasileiro bateu recordes, conquistou títulos e experimentou cifras inéditas: o país é o 3º maior mercado de aviação doméstica do mundo, número três vezes maior do que há dez anos. A oferta de crédito dos bancos públicos para o setor também cresceu 13 vezes e a receita turística internacional aumentou 170% no período. O número de empregos formais no setor quase duplicou, alçando o país à quinta colocação no ranking mundial de postos de trabalho nessa indústria, com 3,1 milhões de empregos diretos e cerca de 8,5 milhões entre diretos, indiretos e induzidos.

Os números relativos à economia do Turismo reforçam a importância desta indústria na geração de negócios, empregos e renda e os impactos positivos no desenvolvimento regional. Isso se deve à capacidade do setor de atingir todas as camadas sociais”, afirma o ministro do Turismo, Henrique Alves, que participou da abertura da WTM, em São Paulo.

Para Alves, é importante que o governo e o setor privado trabalhem juntos. “Em um ano desafiador como esse, é fundamental que estejamos unidos diante dos obstáculos. Temos avançado nessa missão. Se por um lado o mercado ampliou a oferta de assentos nas aeronaves, cresceu e reduziu as tarifas, por outro o governo está investindo na melhoria dos aeroportos e na construção de um plano de aviação regional. Se os empresários estão investindo em compra de equipamentos e avanços em infraestrutura, o governo libera crédito por meio de bancos públicos para o setor.”, conclui o ministro.

Cerca de 20 mil projetos de desenvolvimento do turismo foram apoiados pelo Ministério do Turismo em mais de 4.600 municípios brasileiros. O objetivo é democratizar a atividade turística no Brasil e incorporar a classe C, que hoje representa mais de 50% da população do país. Embora mais de 100 milhões de brasileiros tenham condições de usufruir das atividades turísticas no país, 62 milhões viajam efetivamente.

O Ministério do Turismo vem estimulando o brasileiro a viajar mais pelo Brasil. Programas de incentivo a públicos segmentados, como o Viaja Mais Melhor Idade, e a adoção de uma estratégia inovadora de promoção do país para os brasileiros, criando a grande ação promocional #partiuBrasil, chegam a viajantes de todos os perfis.

A Política Nacional de Turismo também vem explorando atributos que fortalecem a competitividade turística internacional do país. Em matéria de recursos naturais, o Brasil é o primeiro da lista de 140 países, de acordo com o Banco Mundial. Quando o critério é diversidade cultural, o país figura na lista dos 25 mais atrativos.

O aumento da competitividade, aliás, é um dos maiores legados do período 2011-2014, que inclui a realização da Copa do Mundo no Brasil. A segunda herança mais importante do Mundial é a formação de mão de obra voltada para a indústria de viagens e turismo. O Pronatec Turismo, programa realizado pelo Ministério do Turismo em parceria com o Ministério da Educação, já contabiliza 180 mil alunos matriculados. Esse número é superior à meta do próprio governo, que era de 157 mil matrículas.

(Texto divulgado pela ASCOM (Assessoria de Comunicação do Governo Federal).

Feriadão movimentaria mais de 250 milhões no RS

O ministério do Turismo emitiu nota abordando a influência econômica do “feriadão” do Dia do Trabalho criada pela movimentação de pessoas que utilizarão o período para viagens e passeios. Uma nota do ministério do Turismo diz que os turistas que viajarão no feriado de 1º de maio deverão gerar R$ 2,58 bilhões à economia do país, movimentando o mercado doméstico de viagens. O ministério do Turismo estima que 1,51 milhão de turistas circularão pelo país, considerando deslocamentos por avião, ônibus, navio e carro. A projeção foi feita pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getulio Vargas, e se baseou em dados como gasto médio dos viajantes e a frequência de viagens em feriados nacionais.

São Paulo (R$ 315,2 milhões), Rio Grande do Sul (R$ 270,6 milhões) e Bahia (R$ 171,5 milhões) são os três estados que mais devem arrecadar com o turismo no Dia do Trabalho. Apenas São Paulo deve registrar 286 mil viagens, seguido pelo Rio de Janeiro (122 mil) e Bahia (115 mil).

“Os feriados são uma oportunidade para o setor gerar negócios, empregos e renda para as cidades. E também uma chance para o turista conhecer novos destinos no seu próprio país”, afirma o ministro do Turismo, Henrique Alves. “Importante ressaltar que as nossas estimativas podem ser superadas com um trabalho intenso de promoção do estados e municípios”, disse.

A movimentação revela o interesse do brasileiro pelo próprio país. De acordo com o boletim mensal que monitora a intenção de viagem em sete capitais do país, 70,9% dos entrevistados que manifestaram a intenção de viajar pelos próximos seis meses o farão para algum destino turístico nacional.

No ano passado, o turismo brasileiro bateu recordes, conquistou títulos e experimentou cifras inéditas: o país é o 3º maior mercado de aviação doméstica do mundo, número três vezes maior do que há dez anos. O número de empregos formais no setor quase duplicou, alçando o país à quinta colocação no ranking mundial de postos de trabalho nessa indústria, com 3,1 milhões de empregos diretos e cerca de 8,5 milhões entre diretos, indiretos e induzidos. 

Mas, pode-se ressaltar a falta de objetividade maior dos mecanismos municipais de turismo no sentido de atrair fluxos maiores de visitantes, aumentndo os seus ganhos. A escolhas dos destinos é feita (em relação à maioria das cidades) sem promoção mais acentuada da cidade ou das atrações regionais. O que se nota é que a saudável prática de criar anúncios chamativos tem sido eficaz, por exemplo, para a microrregião das Hortênsias (Nova Petrópolis, Gramado e Canela) e para a microrregião da Uva e Vinho (Bento Gonçalves).